terça-feira, 26 de novembro de 2024
A ele
Ao amor que tive e não vivi, que idealizei, que construí planos vazios. A ele dedico silenciosas lágrimas e longos suspiros imaginando tudo que poderia ser e não foi, ou talvez tenha sido de forma incompleta, mas grande, grande demais, grande o bastante pra ultrapassar a dor, o tempo, a morte. Dedico a ele histórias que ainda queria contar e as vezes conto para o nada, olhando no alto a caderneta onde ainda não tive coragem de escrever. A ele dedico uma vontade imensa de gritar e ainda assim engulo calada para não soar louca, mais louca. A ele dedico, pois a mim ele também dedicou e me deixou ser o ser de poesias, e histórias, e de um conto surreal, onde alguém esperou 4 primaveras pra ver uma flor. A ele dedico meu amor.
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